A psicanálise é uma abordagem que vai a fundo. Diferente de outras linhas terapêuticas, não oferece respostas prontas nem técnicas para administrar sintomas. Procura compreender de onde eles vêm e o lugar que ocupam na história de cada pessoa.
Mais do que aliviar um sofrimento específico, a análise busca criar condições para que você compreenda as repetições, os conflitos e os modos de viver construídos ao longo da sua história.
É um processo que aposta na autonomia. Não na adaptação
O atendimento pode fazer sentido para quem deseja compreender melhor aquilo que vem produzindo sofrimento em sua vida. Não é preciso viver uma grande crise nem saber exatamente o que está acontecendo para iniciar uma análise.
Ansiedade, lutos, conflitos afetivos, dificuldades nos relacionamentos, experiências de violência ou um sofrimento difícil de nomear são algumas das situações que costumam levar as pessoas a procurar análise. As repetições que insistem em acontecer também costumam fazer parte desse caminho.
Não existe um motivo “certo” para começar. Muitas vezes, é justamente um incômodo difícil de explicar, uma repetição que insiste em acontecer ou a sensação de que algo já não faz sentido que levam alguém à análise.
O atendimento acontece presencialmente no Rio de Janeiro e online para todo o Brasil e brasileiros que vivem no exterior.
A escuta psicanalítica é diferente de uma conversa comum. Ela não julga, não aconselha e não oferece respostas prontas. O foco está em escutar o que emerge do seu discurso: aquilo que se repete, o que silencia, o que incomoda e, muitas vezes, ainda não encontrou palavras.
Pelo caminho da própria fala, no seu tempo, a análise permite acessar aquilo que permanece inconsciente: padrões que se repetem, desejos que ainda não encontraram lugar e modos de viver que produzem sofrimento.
Durante as sessões, você é convidado a falar o que vier à mente, sem precisar organizar previamente suas ideias. É desse modo que a associação livre sustenta um espaço de confiança, no qual aquilo que parece desconexo muitas vezes revela aspectos importantes da própria história.
A análise respeita o tempo próprio de cada pessoa. Não existe um roteiro nem respostas prontas. O tempo é seu. O ritmo é respeitado.
Reuni abaixo algumas perguntas que costumam surgir antes de iniciar uma análise. Talvez uma delas também seja a sua
Sim. A análise não é reservada para momentos de crise. Muitas pessoas procuram esse espaço justamente quando percebem que, apesar de a vida estar funcionando, existe um incômodo difícil de explicar, uma repetição que insiste em acontecer ou o desejo de compreender melhor o que estão vivendo. Não é preciso esperar um sofrimento extremo para começar.
Sim. Você não precisa ter feito terapia antes para iniciar uma análise. Muitas pessoas chegam pela primeira vez justamente à psicanálise. A primeira conversa acontece no seu ritmo, sem que você precise saber exatamente o que dizer ou como uma sessão funciona.
Sim. A análise online preserva os mesmos princípios éticos e a mesma forma de escuta do atendimento presencial. Muitas pessoas realizam todo o processo dessa forma e encontram um espaço de confiança, continuidade e cuidado. O mais importante é que você esteja em um ambiente reservado, onde possa falar com tranquilidade.
Sim. Atendo brasileiros que vivem no exterior de forma totalmente online. Muitas pessoas encontram na análise um espaço para falar em português, refletir sobre as mudanças de viver em outro país e manter um acompanhamento contínuo, independentemente de onde estejam.
Sim. A primeira conversa já faz parte do processo analítico. É um momento para que você possa falar sobre o que está vivendo, conhecer minha forma de trabalho e avaliar, com tranquilidade, se esse espaço faz sentido para você.